segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Procuradoria denuncia Lula, sobrinho e Odebrecht por esquema de R$ 30 milhões em Angola


O chefão Lula cai mais uma vez na rede. É o terceiro processo em que se torna réu. Desta vez roubalheira em Angola.


O Ministério Público Federal denunciou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o empresário Marcelo Odebrecht pelos crimes de corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, tráfico de influência e organização criminosa. A acusação contra 11 investigados foi enviada à Justiça Federal nesta segunda-feira, 10.

Segundo a Procuradoria da República no Distrito Federal, ‘as práticas criminosas ocorreram entre, pelo menos, 2008 e 2015 e envolveram a atuação de Lula junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e outros órgãos sediados em Brasília com o propósito de garantir a liberação de financiamentos pelo banco público para a realização de obras de engenharia em Angola’.

A acusação aponta que os trabalhos foram executados pela Construtora Odebrecht que, em retribuição ao fato de ter sido contratada pelo governo angolano com base em financiamento para exportação de serviços concedida pelo BNDES, ‘repassou aos envolvidos, de forma dissimulada, valores que, atualizados, passam de R$ 30 milhões’.

Taiguara é filho de Jacinto Ribeiro dos Santos, o Lambari, amigo de Lula na juventude e irmão da primeira mulher do ex-presidente, já falecida. Morador de Santos, no litoral paulista, ele atuava no ramo de fechamento de varandas e viajou para Angola para começar seus negócios naquele país em 2007.

No caso de Lula, a denúncia separa a atuação em duas fases. A primeira, entre 2008 e 2010, quando o petista ainda ocupava a presidência da República e, na condição de agente público, praticou corrupção passiva. E a segunda, entre 2011 e 2015, como ex-mandatário, momento em que, segundo a Procuradoria, cometeu tráfico de influência em benefício dos investigados.

O Ministério Público Federal afirma que o ex-presidente deve responder por lavagem de dinheiro, crime que, na avaliação dos investigadores, foi praticado 44 vezes e que foi viabilizado por meio de repasses de valores justificados pela subcontratação da empresa Exergia Brasil, criada em 2009 por Taiguara Rodrigues dos Santos, sobrinho de Lula e também denunciado na ação penal.

“Outra constatação é a de que parte dos pagamentos indevidos se concretizou por meio de palestras supostamente ministradas pelo ex-presidente a convite da construtora”, informa nota divulgada pela Procuradoria no Distrito Federal.

A denúncia aponta que a contratação foi feita por meio da empresa LILS Palestras, criada por Lula em 2011, menos de dois meses depois de deixar a presidência. Na ação, os procuradores da República Francisco Guilherme Bastos, Ivan Cláudio Marx e Luciana Loureiro Oliveira – que integram o grupo de trabalho responsável pelas investigações – afirmam que as palestras foram o foco inicial da apuração.

“Apesar de formalmente justificados os recursos recebidos a título de palestras proferidas no exterior, a suspeita, derivada inicialmente das notícias jornalísticas, era de que tais contratações e pagamentos, em verdade, prestavam-se tão somente a ocultar a real motivação da transferência de recursos da Odebrecht para o ex-presidente Lula”, destaca um dos trechos do documento.

Além do ex-presidente, de Marcelo Odebrecht e de Taiguara integram a lista de denunciados José Emmanuel Camano Ramos, Pedro Henrique de Paula Schettino, Maurício Bastianelli, Javier Chuman Rojas, Marcus Fábio Souza Azevedo, Eduardo Alexandre de Athayde Badin, Gustavo Teixeira Belitardo e José Madureira Correia.

Na ação, os procuradores explicam que a apresentação da ação penal não significa o fim das investigações. A apuração continua – tanto no caso dos empreendimentos feitos em Angola e da participação da empresa Exergia Portugal na organização criminosa – como em relação a outros empréstimos liberados pelo BNDES no âmbito do financiamento para exportação de serviços. O programa beneficiou vários países da África e da América Latina e, além da Odebrecht, teve obras executadas por outras construtoras. Ao todo, outros cinco procedimentos investigatórios estão em andamento na Divisão de Combate à Corrupção (DCC) na unidade do Ministério Público Federal no Distrito Federal.

As investigações começaram em julho de 2015, quando o Ministério Público Federal instaurou um Procedimento Investigatório Criminal (PIC) para apurar suposta destinação de vantagens econômicas por parte da Odebrecht ao ex-presidente Lula, como contraprestação ao fato de ele ter viabilizado vários empréstimos externos. Em um primeiro momento, a apuração se concentrou no período de 2011 a 2015, com Lula já na condição de ex-mandatário do país. No entanto, posteriormente, o período foi ampliado, alcançando o ano de 2008. Outra providência adotada pelos investigadores foi a solicitação de abertura de inquérito policial, o que aconteceu em dezembro de 2015.

Por uma questão estratégica, as investigações policiais se concentraram em desvendar a forma como se deu a liberação e as circunstâncias dos empréstimos que viabilizaram a realização de obras pela Odebrecht em Angola. É que, na comparação entre 10 países beneficiados por financiamentos do BNDES, Angola foi o que celebrou o maior número de contratos no período, recebeu o maior volume de dinheiro, teve o menor percentual de juros e onde foi verificado um dos menores prazos médios de concessão dos empréstimos.

Uma vez instaurado, o inquérito policial partiu das informações e de documentos já reunidos pelo Ministério Público Federal no âmbito do PIC, aprofundando, em seguida, as investigações. Também chamaram a atenção dos investigadores algumas evidências levantadas pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do BNDES, como a existência de vinculações comerciais entre a Odebrecht e a empresa Exergia Brasil, de Taiguara Rodrigues dos Santos que, “embora não tivesse qualquer experiência prévia no ramo de engenharia”, firmou, de forma repentina, 17 contratos para prestar serviços complexos à Odebrecht, justamente nas obras realizadas em Angola a partir do ano de 2011. Pelos supostos serviços, a empresa de Taiguara recebeu da Odebrecht, entre 2009 e 2015, R$ 20 milhões.

Na ação, os procuradores destacam que, ainda no início do esquema, foram cooptados empresários e funcionários da Exergia Portugal. Com a promessa de subcontratações, essa empresa concedeu a Taiguara, “de maneira praticamente gratuita”, uma filial no Brasil. Além disso, passou a bancá-lo, antes mesmo que fosse contratado no processo de terceirização promovido pela Odebrecht. Nesse período, o “sobrinho” do ex-presidente recebeu, segundo as investigações, R$ 699 mil a título de despesas de viagens internacionais. Posteriormente, o repasse passou a ter o caráter de “pro labore”, cujo valor era de US$15 mil mensais, totalizando ao menos US$ 255 mil dólares.

A análise de documentos e de materiais apreendidos na chamada Operação Janus, realizada em maio de 2016 por ordem judicial, além de vários depoimentos, permitiram aos investigadores constatar e comprovar a participação de cada um dos envolvidos no esquema criminoso. No caso do ex-presidente, lembram os procuradores da República que, além de assentir na criação da Exergia Brasil, ele “supervisionou todo o processo de captação de contratos” por Taiguara junto à Odebrecht, seja aconselhando o “sobrinho” sobre os negócios em Angola, seja apresentando-o a empresários e autoridades estrangeiras nas visitas realizadas àquele país ainda em 2010. Apenas nesse ano – último do mandado presidencial de Lula, o BNDES aprovou oito contratos em favor da Odebrecht que, juntos, somaram US$ 350 milhões. As concessões continuaram nos anos seguintes, quando a empresa firmou outros 22 contratos que chegaram a US$ 2 bilhões.

Como prova da existência e do esquema criminoso, o MPF encaminhou à Justiça documentos como e-mails trocados entre os envolvidos, fotos que registraram encontro do ex-presidente com o sobrinho e empresários em Angola, além de registros que confirmam a participação, em 2010, do então presidente em uma reunião da Diretoria de Administração do BNDES, oportunidade em que “por orientação do presidente Lula”, ficou decidido que o banco público elaboraria uma agenda de ações para o período de 2011 a 2014.

“Ao findar o mandato de presidente da República em dezembro de 2010, Lula deixou criadas as bases institucionais, no âmbito do BNDES, para que tivesse continuidade, nos anos seguintes, o esquema de favorecimento, mediante financiamentos internacionais, a empresas ‘escolhidas’ para exportação de serviços a países da África e América Latina”, reitera um dos trechos do documento enviado à Justiça.

Na ação, os procuradores frisam que, pela atuação em favor da construtora, o ex-presidente aceitou, além da remuneração pelas palestras, outras vantagens indiretas que incluíram pagamentos de despesas pessoais de seu irmão José Ferreira da Silva, conhecido como Frei Chico. Como exemplos de contas que foram arcadas pelas empresas Exergia Brasil, a ação menciona mensalidades de plano de saúde e despesas com combustíveis (R$ 10 mil em plano de saúde, ao menos, e, pelo menos, R$ 10 mil em posto de combustível). Outros indícios de que os envolvidos agiram para ocultar a origem dos recursos foi a descoberta de inúmeros saques em espécie realizados pelos funcionários da Exergia Brasil (mais de R$ 1 milhão) e pela T7Quatro (mais de R$ 160 mil), ambas de Taiguara.

O Ministério Público Federal pede que os envolvidos respondam, na medida da participação de cada um, aos crimes enumerados na ação, com os respectivos agravantes. No caso do ex-presidente, as penas máximas somadas chegam a pelo menos 35 anos de reclusão, além de multa. Já o empresário Marcelo Odebrecht, se condenado, poderá pegar ao menos 30 anos de prisão.

OS DENUNCIADOS E OS CRIMES
Luiz Inácio Lula da Silva – Organização criminosa, lavagem de dinheiro, tráfico de influência, corrupção passiva
Marcelo Bahia Odebrecht – Organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção ativa
Taiguara Rodrigues dos Santos – Organização criminosa, lavagem de dinheiro
José Emmanuel de Deus Camano Ramos – Organização criminosa, lavagem de dinheiro
Pedro Henrique de Paula Pinto Schettino – Lavagem de dinheiro
Maurizio Ponde Bastianelli – Lavagem de dinheiro
Javier Chuman Rojas -– Lavagem de dinheiro
Marcus Fábio Souza Azevedo – Lavagem de dinheiro
Eduardo Alexandre de Athayde Badin – Lavagem de dinheiro
Gustavo Teixeira Belitardo – Lavagem de dinheiro
José Mário de Madureira Correia – Lavagem de dinheiro

http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/procuradoria-denuncia-lula-marcelo-odebrecht-e-outros-nove-por-cinco-crimes/

Um dia a casa cai. Este dia chegou

video

Muita gente não se calou diante das mentiras e do roubo de Lula e da organização criminosa. Um dia a casa cai. Este dia chegou... Assista!

Rádio Livre - 07.10.16 - Ronald Krummenauer, Gilberto Thums e Antonio Roberto Vigne

Rádio Livre - 07.10.16 - Ronald Krummenauer (coordenador Agenda 20/20), Gilberto Thums (Procurador de Justiça) e Antonio Roberto Vigne (cientista político)

https://soundcloud.com/diegoreporter/radio-livre-071016-ronald-krummenauer-gilberto-thums-e-antonio-roberto-vigne

Rádio Livre - 06.10.16 - Daniel Andrade, Roque Callage Neto e Igor Danilevicz

Rádio Livre - 06.10.16 - Daniel Andrade (ex-secretário de Infraestrutura e Logística do RS), Roque Callage Neto (doutor em ciências sociais) e Igor Danilevicz (pres. Comissão de Ensino Jurídico da OAB-RS)
 
 

Rádio Livre - 05.10.16 - Jayme Eduardo Machado, Pio Furtado e Gil Kurtz

Rádio Livre - 05.10.16 - Jayme Eduardo Machado (Procurador da República), Pio Furtado (médico/cirurgião) e Gil Kurtz (publicitário)

https://soundcloud.com/diegoreporter/radio-livre-051016-jayme-eduardo-machado-pio-furtado-e-gil-kurtz

Rádio Livre - 04.10.16 - Percival Puggina, André Arnt e Alejandro Sanchéz

Rádio Livre - 04.10.16 - Percival Puggina (escritor), André Arnt (cientista político) e Alejandro Sánchez (arquiteto e urbanista)

https://soundcloud.com/diegoreporter/radio-livre-041016-percival-puggina-andre-arnt-e-alejandro-sanchez

Rádio Livre - 03.10.16 - Paulo Moura, Cezar Saldanha e Carlos Reverbel

Rádio Livre - 03.10.16 - Cezar Saldanha (professor de direito), Paulo Moura (cientista político) e Carlos Reverbel (professor de direito)

https://soundcloud.com/diegoreporter/radio-livre-031016-paulo-moura-cezar-saldanha-e-carlos-reverbel

Rádio Livre - 28.09.16 - Kim Kataguiri, Darcy Francisco Santos, Luiz Afonso Senna e Alexandre Garcia

Rádio Livre - 28.09.16 - Kim Kataguiri (coordenador do MBL), Darcy Francisco C. dos Santos (economista), Luiz Afonso Senna (engenheiro) e Alexandre Garcia (consultor)

https://soundcloud.com/diegoreporter/radio-livre-280916-kim-kataguiri-darcy-francisco-santos-luiz-afonso-senna-e-alexandre-garcia

Rádio Livre - 27.09.16 - Emerson Wendt, Arthur (MamãeFalei), Ricardo Sondermann e Juliano Dipp

Rádio Livre - 27.09.16 - Emerson Wendt (chefe de Polícia/RS), Arthur (MamãeFalei), Ricardo Sondermann (professor da ESPM) e Juliano Dipp (empresário)

https://soundcloud.com/diegoreporter/radio-livre-270916-emerson-wendt-arthur-mamaefalei-ricardo-sondermann-e-juliano-dipp

Rádio Livre - 26.09.16 - Fabio Pereira, Nestor Hein, Diego Gomes Ferreira e Günther Staub

Rádio Livre - 26.09.16 - Fabio Pereira (procurador de Justiça), Nestor Hein (advogado, diretor jurídico Farsul), Diego Gomes Ferreira (advogado tributarista) e Günther Staub (consultor de marketing)

https://soundcloud.com/diegoreporter/radio-livre-260916-fabio-pereira-nestor-hein-diego-gomes-ferreira-e-gunther-staub

Rádio Livre - 23.09.16 - Silvio Teitelbaum, Paulo Moura e Norton Lenhart

Rádio Livre - 23.09.16 - Silvio Teitelbaum (professor Fundação Dom Cabral), Paulo Moura (cientista político) e Norton Lenhart (empresário)

https://soundcloud.com/diegoreporter/radio-livre-230916-silvio-teitelbaum-paulo-moura-e-norton-lenhart

Rádio Livre - 22.09.16 - Eugênio Paes Amorim, Grasiela Tesser, Claudio Candiota e Gustavo Masina

Rádio Livre - 22.09.16 - Eugênio Paes Amorim (promotor de justiça), Grasiela Tesser (diretora de marketing), Claudio Candiota (advogado) e Gustavo Masina (advogado/direito tributário)

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quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Rádio Livre - 21.09.16 - Germano Bonow, Ricardo Hingel e Orion Cabral

Rádio Livre - 21.09.16 - Germano Bonow (ex-deputado federal), Ricardo Hingel (diretor do Banrisul) e Orion Cabral (ex-secretário da Fazenda)

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A confusão neopopulista entre público e privado

Renan e Lula unidos para tentar acabar com a Lava Jato. Recomendo a leitura!
Renan Calheiros, presidente do Senado, está articulando para tentar aprovar projeto que atualiza a lei 4.898 que pune o chamado ‘abuso de autoridade’. Ele e Jucá já tentaram fazer isso em agosto, antes da votação do impeachment. Houve reação e eles recuaram. Mas agora Renan, com 11 inquéritos nas costas e uma folha corrida invejável por qualquer Beira Mar da política, parte para cima dos procuradores da Lava Jato acusando-os de “exibicionismo”.

Ora, isso significa – como também acredita Reinaldo Azevedo, embora por outras razões – que o Ministério Público deve se restringir a atuar como força auxiliar do judiciário: se pronunciando apenas segundo os códigos canônicos da justiça, nos fóruns apropriados e seguindo os ritos adequados. Mas isso retira do MP a sua missão de defender a cidadania e, para tanto, informar a opinião pública. E se eles, os procuradores, não fizerem isso, quem – qual instância pública – o fará? Posto que o judiciário, este sim, não pode fazê-lo, será o executivo e o legislativo que o farão? Com o nível de partidarização, próprio desses poderes, quem acreditará?

O argumento legalista implica dizer que os procuradores não podem fazer política pública, como agentes estatais que são, confundindo uma coisa com outra. É claro que os procuradores não podem fazer política privada, política partidária (politics), mas eles não só podem, como devem, fazer política pública (policy). Levada às suas últimas consequências, essa alegação obrigaria todos os agentes de justiça e membros dos órgãos reguladores, não só os procuradores, mas os juízes, os titulares do TCU e demais tribunais de contas, do CGU e assemelhados e, no limite, até a polícia, a só se pronunciarem, como se diz, “dentro dos autos” e segundo os ritos e procedimentos judiciais. Um juiz do Supremo que desse uma entrevista seria, a rigor, um “exibicionista”.

Na verdade, o legalismo de Renan é apenas instrumental. Ele está na vanguarda da iniciativa para domesticar a Lava Jato e tornar inócuos os seus efeitos sobre o velho sistema político. E é, no fundo, o mesmo argumento de Lula, ao alegar que quem tem voto (os políticos) é mais importante do que quem fez um concurso (os procuradores e juízes). O que ele está dizendo é que as urnas são assim uma espécie de tribunais supremos além do Supremo. Quem tem voto, pode tudo. É típico do neopopulismo, ou seja, da privatização política da esfera pública.

Há aqui uma confusão entre público e privado. Zé Dirceu, quando começou a ser acusado pelo mensalão, se defendia dizendo que tinha “30 anos de vida pública”. Nesses 30 anos ele incluía seu tempo de militância em organizações de esquerda (inclusive em Cuba) e no PT. Ele confundia atuar publicamente com ter um projeto (privado) para todos e lutar pela sua implementação.
A confusão entre público e privado

O público é confundido com o privado por todos os que querem privatizar o público. E o público pode ser privatizado por interesses econômico-empresariais, mas também corporativo-sindicais e político-partidários. A corrupção, endêmica ou sistêmica, é uma forma de privatização do público. Mas não é a única. Toda vez que interesses privados, mesmo se expressando de acordo com as leis, se sobrepõem ao interesse público, pode-se dizer que há privatização.

A ideia dos modernos, de que o público possa se formar a partir da luta entre interesses privados, é incorreta. A rigor é o contrário. O público se forma a partir da interação de múltiplos inputs privados quando não se pode identificar, na resultante geral, de onde partiram tais inputs (como no caso da receita pública) ou quando há associação de vários agentes para contender com um problema comum ou realizar um projeto a partir de desejos congruentes (que é a dinâmica prevalecente na formação do commons).

De qualquer modo, o que chamamos de público é sempre o resultado da interação e inevitável modificação de iniciativas originais envolvendo agentes privados, mas não a simples soma ou justaposição dos interesses desses agentes (como no caso de uma organização privada, bando ou quadrilha) em benefício próprio, ainda que coletivo. Empresas, corporações e partidos são organizações privadas, não públicas. Empresas, corporações e partidos em luta entre si (ao contrário do que acreditou o liberalismo econômico a partir de uma visão mercadocêntrica da sociedade) não geram um sentido público (e, não raro, o resultado concreto da sua luta acaba numa espécie de divisão de butim: o chamado spoil system). O público se forma por emergência e é necessário, para tanto, que haja emergência, combinação e recombinação de múltiplos inputs segundo dinâmicas próprias de sistemas complexos adaptativos (ou seja, há uma fenomenologia da interação envolvida, que não pode ser substituída pela simples disputa, seguida de negociação e combinação de interesses como se faz em um condomínio).

Assim, para um ente ou processo ser dito público, não basta que as leis declarem nominalmente o que é público (não raro confundindo público com estatal, quando a realidade mostra o oposto: Estados são entes privados, a menos nas democracias, ou seja, em quase 6 milênios de vigência de várias formas de Estado – do Estado-Templo-palácio sumeriano ao Estado-nação europeu moderno – não temos mais do que 500 anos de experiência de Estado como ente público). Uma coisa – ente ou processo – só pode ser pública se for publicizada. A experiência democrática mostra que a publicização é uma desprivatização. A desconstituição de autocracia (ou seja, a democracia em termos genéticos) é acompanhada sempre de uma desprivatização do que estava privatizado pelo autocrata. E como não existe propriamente esfera pública a não ser nas democracias, podemos dizer que a publicização é sempre uma democratização.

Democratização, no entanto, não é sinônimo de eleitoralização. A eletividade é apenas um dos critérios democráticos, incapaz de garantir a legitimidade do regime democrático na ausência dos outros critérios: como a liberdade, a publicidade ou transparência, a rotatividade ou alternância, a legalidade e a institucionalidade. Democratizar, portanto, não é simplesmente eleger todos os cargos públicos. Se elegêssemos todos os juízes, procuradores, titulares dos órgãos de controle e policiais, isso – por si só – não garantia um regime mais democrático. Aliás, poderia resultar no oposto: em um regime mais autocrático, de viés eleitoralista-populista. Não se pode esquecer que das 60 ditaduras que ainda remanescem, boa parte promove eleições (e isso vale, inclusive, para as neoditaduras, as que surgiram no século 21: Chávez e Maduro foram eleitos, assim como Putin e Erdogan).

Os neopopulistas, como Lula, os kirchneristas e os bolivarianistas, são eleitoralistas. Eles querem atribuir à eletividade uma qualidade superior a dos outros critérios democráticos. E querem conferir às urnas o condão de proteger os eleitos contra os mecanismos de controle da democracia. Um juiz concursado e nomeado (no caso dos tribunais superiores) não poderia se sobrepor aos seus desejos e tanto é assim que foi nomeado por eles (com isso “provando” que não é ele o detentor do poder originário do povo e sim quem foi autorizado pelas urnas para nomeá-lo). Para resumir, é como se dissessem: se fomos eleitos, podemos tudo. Somos intocáveis e qualquer tentativa de reformar nossas decisões ou interromper nossos mandatos é um golpe contra a democracia.

Na verdade, o neopopulismo é um projeto de privatização política da esfera pública. O público é substituído pela combinação de interesses privados pela via da intermediação política. A fidelidade partidária, aliada ao voto em lista fechada e pré-determinada é um bom exemplo de reforma política que atende ao projeto neopopulista. Ela instaura uma partidocracia, quer dizer, um condomínio privado dos incluídos no oligopólio da política que passam a decidir tudo a partir do interesse das gangues que se reúnem para dividir o butim. No limite, lembra um pouco aquelas reuniões de famiglias mafiosas.

No poder ou apeados do poder, os neopopulistas costumam se associar ao velho banditismo da política (como nas alianças entre Lula e Renan). O que os une não é o interesse público e sim o objetivo concreto da sua ação: a privatização política do público. Que os primeiros façam isso para também financiar um projeto de poder, que vise reter o governo em suas mãos indefinidamente e que os segundos o façam apenas para enriquecer e se dar bem na vida, é de menor importância.

http://dagobah.com.br/a-confusao-neopopulista-entre-publico-e-privado/

Pesquisa para eleições de Porto Alegre

Eleição pegada em Porto Alegre (RS). Pela primeira vez na estimulada os candidatos do PT e PSOL não aparecem no segundo turno. Melo (PMDB) e Marchezan (PSDB) na frente. Detalhe: ainda há 19% de indecisos.

(Margem de erro 3,1% - entrevistas de 15 a 19.09 - 1000 entrevistas - contratante Caldas Jr. - Registro 007960/2016)

Rádio Livre - 20.09.16 - Roberto Rachewsky, Diego Marconatto e Giácomo Balbinotto


Rádio Livre - 20.09.16 - Roberto Rachewsky (empresário, fundador do IEE), Diego Marconatto (doutor em administração) e Giácomo Balbinotto (doutor em economia)

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Rádio Livre - 19.09.16 - Josemauro Nunes, Enio Meneghetti e Volnei Garcia


Rádio Livre - 19.09.16 - Josemauro Nunes (delegado da Polícia Federal), Enio Meneghetti (administrador de empresas) e Volnei Garcia (consultor empresarial)

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O garoto propaganda do PSOL

Wagner Moura, o garoto propaganda do PSOL, que outrora admirei (nunca mais!), demonstra não apenas ser um sujeito cabeça fraca e mal intencionado com os brasileiros, mas sobretudo, nos tira para idiotas, otários. Carlos Marighella, o comunista psicopata e fanático que ele pretende transformar em herói em seu filme, achava o terrorismo nobre e honrado, defendia a sabotagem em trens de passageiros e pregava emboscadas para executar o "inimigo" sem chance de defesa.

Fundou a ALN (Ação Libertadora Nacional) para, por meio de assassinatos e muita violência, instalar no Brasil uma ditadura inspirada na URSS, China, etc. "Todos nós somos guerrilheiros, terroristas e assaltantes e não homens que dependem de votos de outros revolucionários ou de quem quer que seja para se desempenharem do dever de fazer a revolução.

O centralismo democrático não se aplica a Organizações revolucionárias como a nossa" dizia seu programa de ação. Com a justificativa de que lutava por liberdade durante a ditadura militar, a ALN assaltou bancos, explodiu bombas e executou diversas pessoas inocentes. Wagner Moura, que bom que agora sabemos quem você é e a serviço de quais ideais!

Rádio Livre - 16.09.16 - Ben-hur Marchiori, Leonardo Giardim de Souza e Lamana Paiva


Rádio Livre - 16.09.16 - Ben-hur Marchiori (delegado de Polícia), Leonardo Giardim de Souza (promotor de Justiça) e Lamana Paiva advogado e registrador público)

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sexta-feira, 16 de setembro de 2016

‘Vocês estão muito bem atendidos financeiramente’, disse Lula, segundo delator

Lula, o "maestro da orquestra criminosa", atendia bem financeiramente seu parceiros no assalto ao Brasil...
Os procuradores da República que integram a força-tarefa da Operação Lava Jato anexaram à denúncia contra o ex-presidente Lula por corrupção e lavagem de dinheiro depoimento do ex-deputado Pedro Corrêa (ex-PP/PE), que em delação premiada revelou bastidores da organização criminosa que tomou o controle da Petrobrás.

Corrêa atribuiu a Lula diálogos que colocam o petista no centro do esquema de loteamento dos cargos graduados da estatal petrolífera. O relato do ex-deputado é uma das peças que a Procuradoria usa na denúncia formal contra o ex-presidente, a quem acusa de ‘comandante máximo do esquema de corrupção’.

A Procuradoria também juntou à denúncia os depoimentos de outros delatores – o ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás, Paulo Roberto Costa, o ex-diretor de Internacional da estatal, Nestor Cerveró, e o ex-senador Delcídio Amaral (ex-PT/MS).

“O controle de todo esquema criminoso por Lula ficou muito claro quando, em 2006, antes das eleições, Pedro Corrêa e José Janene (então presidente do PP e idealizador do esquema de propinas na Petrobrás) foram apresentar para Lula reivindicações de novos cargos e valores que seriam usados em benefício de campanhas políticas”, afirma o Ministério Público Federal.

Na ocasião, Lula teria negado os pleitos, segundo a delação de Pedro Corrêa. “Vocês têm uma diretoria muito importante, estão muito bem atendidos financeiramente. Paulinho tem me dito”, teria Paulinho, segundo a denúncia, é Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás, que inaugurou a rede de propinas da estatal. Sua diretoria era controlada pelo PP de Janene.

Preso em março de 2014, Costa fechou acordo de delação premiada cinco meses depois.

Segundo Pedro Corrêa, naquela reunião em 2006 Lula disse ainda que ‘Paulinho tinha deixado o partido muito bem abastecido, com dinheiro para fazer a eleição de todos os deputados’.

“Dessa forma, Lula revelou de forma explícita para Pedro Corrêa que tinha o comando da dinâmica criminosa instalada na Petrobrás e dela beneficiava diretamente”, sustentam os treze procuradores da força-tarefa.

Em um trecho de seu depoimento, Pedro Corrêa destacou. “O Governo Lula aparelhou cargos nas esferas estaduais pertencentes à União (delegacias de ministérios, etc) para a ‘companheirada do PT’. Aí foi necessário a negociação com cargos mais altos em empresas públicas para as agremiações da base aliada.”

Segundo o ex-deputado ocorreu ‘uma reunião no gabinete de José Genuíno (ex-presidente do PT), com a presença de Pedro Corrêa, Pedro Henry, Silvio Pereira e José Janene (…); José Dirceu definia; na hipótese de dissenso, o que ocorria na maioria das indicações, as definições eram feitas por Lula’.

Ao abordar a participação de Lula no preenchimento dos cargos diretivos da Petrobrás, Pedro Corrêa informou. “Antes da reeleição de 2006, o colaborador Pedro Corrêa foi procurar Lula, juntamente com Janene. Ambos entraram pela garagem do Planalto, para pedir dinheiro para a campanha do PP. Lula se esquivou, dizendo que não tinha obrigação de ajudar, pois ‘Paulinho tinha deixado o partido muito bem abastecido, com dinheiro para fazer a eleição de todos os deputados’.

“Em reunião com a bancada do PP no Palácio do Planalto, o presidente Lula também disse que o PP estava bem atendido com os cargos que tinham.”

A defesa do ex-presidente Lula nega enfaticamente que ele tenha envolvimento com a organização criminosa que o Ministério Público Federal afirma ter assumido o controle das diretorias mais importantes da Petrobrás.

Nesta quinta-feira, 15, o ex-presidente desafiou seus algozes. Ele disse que a Lava Jato não encontrou nenhuma prova contra ele da prática de qualquer ilícito.

http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/voces-estao-muito-bem-atendidos-financeiramente-disse-lula-segundo-delator/

Lula aumentou seu patrimônio em 360% após segundo mandato

Aumentou patrimônio só 360%? Que meigo...
O patrimônio do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva aumentou 360%, em valores nominais, depois do fim de seu segundo mandato como presidente da República, em 2010, com a renda obtida com sua empresa de palestras, a L.I.L.S. As informações, segundo a edição desta sexta-feira do jornal Folha de S. Paulo, foram prestadas pelo petista nas declarações de Imposto de Renda que integram a denúncia apresentada contra ele na última quarta-feira, no âmbito da Operação Lava Jato.

De acordo com o documento, Lula tinha patrimônio de 1,9 milhão de reais até 31 de dezembro de 2010. Em 2015, o valor total de seus bens era de aproximadamente 8,8 milhões de reais – aumento de 6,9 milhões de reais. A evolução patrimonial teve lastro em renda obtida com a L.I.L.S., empresa de palestras de Lula, criada depois que ele encerrou seus dois mandatos na Presidência.

O ex-presidente disse aos investigadores que cobrava “exatamente 200.000 dólares, nem mais e nem menos” por todas as palestras. O preço era o mesmo do ex-presidente dos Estados Unidos Bill Clinton.

Entre 2011 e 2015, a L.I.L.S. distribuiu lucros e dividendos de 8,5 milhões de reais para Lula. Nesse mesmo período, o ex-presidente deu cerca de setenta palestras no Brasil e no exterior, conforme ele mesmo disse às autoridades da Polícia Federal. A maior transferência de valor para Lula ocorreu em 2014, no total de 5,6 milhões de reais. Naquele mesmo ano, em novembro, foi deflagrada a fase mais ostensiva da Operação Lava Jato.

De acordo com a PF, a empresa de palestras de Lula recebeu 21 milhões de reais entre 2011 e 2015. Desse total, 9,9 milhões de reais foram pagos por empreiteiras investigadas na Lava Jato.

À Folha, o advogado de Lula, o Cristiano Zanin Martins, afirmou que as atividades da L.I.L.S. são “absolutamente lícitas, lastreadas em palestras devidamente documentadas e de conhecimento geral”.

http://veja.abril.com.br/brasil/lula-aumentou-seu-patrimonio-em-360-apos-segundo-mandato/

A modernidade só acontece em países livres política e economicamente


O futuro já chegou! O Uber começou quarta-feira a operar automóveis totalmente autônomos, sem necessidade de motorista, nos EUA. Aquilo que muitos de nós imaginávamos quando meninos, está acontecendo. Você vai chamar o carro pelo aplicativo, entrar e será levado para onde quiser apenas pelas coordenadas do computador. Neste primeiro momento sempre haverá alguém capaz de controlar o veículo, como exige a legislação americana, já que a tecnologia é nova. O serviço experimental é em Pittsburgh, na Pensilvânia.

A modernidade só acontece em países livres política e economicamente, onde as pessoas têm liberdade para criar, empreender, prosperar e progredir.

Rádio Livre - 15.09.16 - Antonio Celso Leiria, Paulo Kruse, Jorge Ignácio Szewkies e Wagner Lenhart

Rádio Livre - 15.09.16 - Antonio Celso Leiria (advogado criminalista), Paulo Kruse (pres. do Sindilojas), Jorge Ignácio Szewkies (médico e professor) e Wagner Lenhart (advogado, diretor do Instituto Liberdade)

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Escola Sem Partido nas Eleições 2016


Tema importante! Pelo FIM DA DOUTRINAÇÃO em sala de aula.

Com Miguel Nagib (fundador do Escola Sem Partido), Marcel van Hattem (deputado estadual PP/RS) e Rogério Marinho (deputado federal PSDB/RN) - MEDIAÇÃO: Diego Casagrande (jornalista)

Rádio Livre - 13.09.16 - Moysés Perez, Paulo Fuchs e Wesley Cardia

Rádio Livre - 13.09.16 - Moysés Perez (coronel do Exército, professor universitário), Paulo Fuchs (economista, vice-pres. do IEE) e Wesley Cardia (advogado, mestre em comunicação social)

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terça-feira, 13 de setembro de 2016

Investigados, irmãos Batista se afastam da JBS, Eldorado e Alpargatas

JBS-Friboi, os amiguinhos de Lula, Dilma e do PT, que ganharam bilhões do dinheiro de nós todos, agora enrolados com a Justiça... #jbs #friboi #corrupção #justiça
A JBS anunciou nesta terça-feira que os empresários Wesley Mendonça Batista e Joesley Mendonça Batista estão temporariamente suspensos de suas funções, atendendo a decisão da 10ª Vara da Justiça Federal do Distrito Federal, no âmbito da operação Greenfield.

Wesley ocupava o cargo de diretor presidente e vice-presidente do conselho de administração da companhia e Joesley era presidente do conselho.

José Batista Júnior, que já ocupou o cargo de presidente da JBS, foi reconduzido ao cargo temporariamente, enquanto o fundador da empresa, José Batista Sobrinho, exercerá o cargo de presidente do conselho.

Em outro comunicado, a empresa Excelsior Alimentos, do grupo JBS, afirma que Wesley Batista deixou a presidência do conselho de administração e Gilberto Tomazoni assumiu a função temporariamente.

O afastamento dos irmãos de seus cargos em empresas dos grupos JBS e J&F foi determinado na semana passada, quando a Polícia Federal deflagrou a Operação Greenfield, que investiga irregularidades em grandes fundos de pensão do país. Petros e Funcef, duas das fundações investigadas, são donas de cerca de 17% da Eldorado.

No fato relevante divulgado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), os empresários vão recorrer da decisão que determinou seu afastamento das respectivas empresas.

http://www.valor.com.br/empresas/4708005/investigados-irmaos-batista-se-afastam-da-jbs-eldorado-e-alpargatas

 

Prêmio Press 2016 está aí e estou mais uma vez na disputa

Meus amigos, no ano passado tive a felicidade de ser escolhido no Prêmio Press como melhor apresentador de rádio do RS. Emoticon smile:-) Agora o Prêmio Press 2016 está aí e estou mais uma vez na disputa. Os que acharem que mereço, podem ir no link abaixo e COLOCAR SEU CPF, escrever meu nome [ Diego Casagrande ] e o nome do programa [ Rádio Livre ], e depois clicar em VOTAR, conforme indicação abaixo. Fico muito honrado com a participação de todos! Obrigado!

5- Colunista de jornal/revista [ Diego Casagrande ]
9 - Apresentador de Rádio [ Diego Casagrande ]
15- Melhor programa de rádio [ Rádio Livre ]
17 - Jornalista do Ano [ Diego Casagrande ]


http://revistapress.com.br/premiopress2016/votopopular.aspx#a 

O país ficou mais limpo

450 votos (de 513 cadeiras) cassaram Cunha. Não poderia ser diferente. O país ficou mais limpo sem Dilma e ficará mais limpo sem Cunha. E Lula tem que ser preso. Aos pouquinhos vamos limpando a podridão do Brasil.

Eu achei que já tinha visto de tudo

Filha do Garotinho - você não leu errado, do Garotinho - sobe na tribuna e chama Eduardo Cunha de "mafioso" e "psicopata". Pronto! Eu achei que já tinha visto de tudo...

Rádio Livre - 12.09.16 - Dado Schneider, Fernando Bertuol e Marcio Irion

Rádio Livre - 12.09.16 - Dado Schneider (doutor em comunicação), Fernando Bertuol (pres. da ACLAME/RS) e Marcio Irion (advogado)

https://soundcloud.com/diegoreporter/radio-livre-120916-dado-schneider-fernando-bertuol-e-marcio-irion?utm_source=soundcloud&utm_campaign=share&utm_medium=facebook