quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Rádio Livre - 21.09.16 - Germano Bonow, Ricardo Hingel e Orion Cabral

Rádio Livre - 21.09.16 - Germano Bonow (ex-deputado federal), Ricardo Hingel (diretor do Banrisul) e Orion Cabral (ex-secretário da Fazenda)

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A confusão neopopulista entre público e privado

Renan e Lula unidos para tentar acabar com a Lava Jato. Recomendo a leitura!
Renan Calheiros, presidente do Senado, está articulando para tentar aprovar projeto que atualiza a lei 4.898 que pune o chamado ‘abuso de autoridade’. Ele e Jucá já tentaram fazer isso em agosto, antes da votação do impeachment. Houve reação e eles recuaram. Mas agora Renan, com 11 inquéritos nas costas e uma folha corrida invejável por qualquer Beira Mar da política, parte para cima dos procuradores da Lava Jato acusando-os de “exibicionismo”.

Ora, isso significa – como também acredita Reinaldo Azevedo, embora por outras razões – que o Ministério Público deve se restringir a atuar como força auxiliar do judiciário: se pronunciando apenas segundo os códigos canônicos da justiça, nos fóruns apropriados e seguindo os ritos adequados. Mas isso retira do MP a sua missão de defender a cidadania e, para tanto, informar a opinião pública. E se eles, os procuradores, não fizerem isso, quem – qual instância pública – o fará? Posto que o judiciário, este sim, não pode fazê-lo, será o executivo e o legislativo que o farão? Com o nível de partidarização, próprio desses poderes, quem acreditará?

O argumento legalista implica dizer que os procuradores não podem fazer política pública, como agentes estatais que são, confundindo uma coisa com outra. É claro que os procuradores não podem fazer política privada, política partidária (politics), mas eles não só podem, como devem, fazer política pública (policy). Levada às suas últimas consequências, essa alegação obrigaria todos os agentes de justiça e membros dos órgãos reguladores, não só os procuradores, mas os juízes, os titulares do TCU e demais tribunais de contas, do CGU e assemelhados e, no limite, até a polícia, a só se pronunciarem, como se diz, “dentro dos autos” e segundo os ritos e procedimentos judiciais. Um juiz do Supremo que desse uma entrevista seria, a rigor, um “exibicionista”.

Na verdade, o legalismo de Renan é apenas instrumental. Ele está na vanguarda da iniciativa para domesticar a Lava Jato e tornar inócuos os seus efeitos sobre o velho sistema político. E é, no fundo, o mesmo argumento de Lula, ao alegar que quem tem voto (os políticos) é mais importante do que quem fez um concurso (os procuradores e juízes). O que ele está dizendo é que as urnas são assim uma espécie de tribunais supremos além do Supremo. Quem tem voto, pode tudo. É típico do neopopulismo, ou seja, da privatização política da esfera pública.

Há aqui uma confusão entre público e privado. Zé Dirceu, quando começou a ser acusado pelo mensalão, se defendia dizendo que tinha “30 anos de vida pública”. Nesses 30 anos ele incluía seu tempo de militância em organizações de esquerda (inclusive em Cuba) e no PT. Ele confundia atuar publicamente com ter um projeto (privado) para todos e lutar pela sua implementação.
A confusão entre público e privado

O público é confundido com o privado por todos os que querem privatizar o público. E o público pode ser privatizado por interesses econômico-empresariais, mas também corporativo-sindicais e político-partidários. A corrupção, endêmica ou sistêmica, é uma forma de privatização do público. Mas não é a única. Toda vez que interesses privados, mesmo se expressando de acordo com as leis, se sobrepõem ao interesse público, pode-se dizer que há privatização.

A ideia dos modernos, de que o público possa se formar a partir da luta entre interesses privados, é incorreta. A rigor é o contrário. O público se forma a partir da interação de múltiplos inputs privados quando não se pode identificar, na resultante geral, de onde partiram tais inputs (como no caso da receita pública) ou quando há associação de vários agentes para contender com um problema comum ou realizar um projeto a partir de desejos congruentes (que é a dinâmica prevalecente na formação do commons).

De qualquer modo, o que chamamos de público é sempre o resultado da interação e inevitável modificação de iniciativas originais envolvendo agentes privados, mas não a simples soma ou justaposição dos interesses desses agentes (como no caso de uma organização privada, bando ou quadrilha) em benefício próprio, ainda que coletivo. Empresas, corporações e partidos são organizações privadas, não públicas. Empresas, corporações e partidos em luta entre si (ao contrário do que acreditou o liberalismo econômico a partir de uma visão mercadocêntrica da sociedade) não geram um sentido público (e, não raro, o resultado concreto da sua luta acaba numa espécie de divisão de butim: o chamado spoil system). O público se forma por emergência e é necessário, para tanto, que haja emergência, combinação e recombinação de múltiplos inputs segundo dinâmicas próprias de sistemas complexos adaptativos (ou seja, há uma fenomenologia da interação envolvida, que não pode ser substituída pela simples disputa, seguida de negociação e combinação de interesses como se faz em um condomínio).

Assim, para um ente ou processo ser dito público, não basta que as leis declarem nominalmente o que é público (não raro confundindo público com estatal, quando a realidade mostra o oposto: Estados são entes privados, a menos nas democracias, ou seja, em quase 6 milênios de vigência de várias formas de Estado – do Estado-Templo-palácio sumeriano ao Estado-nação europeu moderno – não temos mais do que 500 anos de experiência de Estado como ente público). Uma coisa – ente ou processo – só pode ser pública se for publicizada. A experiência democrática mostra que a publicização é uma desprivatização. A desconstituição de autocracia (ou seja, a democracia em termos genéticos) é acompanhada sempre de uma desprivatização do que estava privatizado pelo autocrata. E como não existe propriamente esfera pública a não ser nas democracias, podemos dizer que a publicização é sempre uma democratização.

Democratização, no entanto, não é sinônimo de eleitoralização. A eletividade é apenas um dos critérios democráticos, incapaz de garantir a legitimidade do regime democrático na ausência dos outros critérios: como a liberdade, a publicidade ou transparência, a rotatividade ou alternância, a legalidade e a institucionalidade. Democratizar, portanto, não é simplesmente eleger todos os cargos públicos. Se elegêssemos todos os juízes, procuradores, titulares dos órgãos de controle e policiais, isso – por si só – não garantia um regime mais democrático. Aliás, poderia resultar no oposto: em um regime mais autocrático, de viés eleitoralista-populista. Não se pode esquecer que das 60 ditaduras que ainda remanescem, boa parte promove eleições (e isso vale, inclusive, para as neoditaduras, as que surgiram no século 21: Chávez e Maduro foram eleitos, assim como Putin e Erdogan).

Os neopopulistas, como Lula, os kirchneristas e os bolivarianistas, são eleitoralistas. Eles querem atribuir à eletividade uma qualidade superior a dos outros critérios democráticos. E querem conferir às urnas o condão de proteger os eleitos contra os mecanismos de controle da democracia. Um juiz concursado e nomeado (no caso dos tribunais superiores) não poderia se sobrepor aos seus desejos e tanto é assim que foi nomeado por eles (com isso “provando” que não é ele o detentor do poder originário do povo e sim quem foi autorizado pelas urnas para nomeá-lo). Para resumir, é como se dissessem: se fomos eleitos, podemos tudo. Somos intocáveis e qualquer tentativa de reformar nossas decisões ou interromper nossos mandatos é um golpe contra a democracia.

Na verdade, o neopopulismo é um projeto de privatização política da esfera pública. O público é substituído pela combinação de interesses privados pela via da intermediação política. A fidelidade partidária, aliada ao voto em lista fechada e pré-determinada é um bom exemplo de reforma política que atende ao projeto neopopulista. Ela instaura uma partidocracia, quer dizer, um condomínio privado dos incluídos no oligopólio da política que passam a decidir tudo a partir do interesse das gangues que se reúnem para dividir o butim. No limite, lembra um pouco aquelas reuniões de famiglias mafiosas.

No poder ou apeados do poder, os neopopulistas costumam se associar ao velho banditismo da política (como nas alianças entre Lula e Renan). O que os une não é o interesse público e sim o objetivo concreto da sua ação: a privatização política do público. Que os primeiros façam isso para também financiar um projeto de poder, que vise reter o governo em suas mãos indefinidamente e que os segundos o façam apenas para enriquecer e se dar bem na vida, é de menor importância.

http://dagobah.com.br/a-confusao-neopopulista-entre-publico-e-privado/

Pesquisa para eleições de Porto Alegre

Eleição pegada em Porto Alegre (RS). Pela primeira vez na estimulada os candidatos do PT e PSOL não aparecem no segundo turno. Melo (PMDB) e Marchezan (PSDB) na frente. Detalhe: ainda há 19% de indecisos.

(Margem de erro 3,1% - entrevistas de 15 a 19.09 - 1000 entrevistas - contratante Caldas Jr. - Registro 007960/2016)

Rádio Livre - 20.09.16 - Roberto Rachewsky, Diego Marconatto e Giácomo Balbinotto


Rádio Livre - 20.09.16 - Roberto Rachewsky (empresário, fundador do IEE), Diego Marconatto (doutor em administração) e Giácomo Balbinotto (doutor em economia)

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Rádio Livre - 19.09.16 - Josemauro Nunes, Enio Meneghetti e Volnei Garcia


Rádio Livre - 19.09.16 - Josemauro Nunes (delegado da Polícia Federal), Enio Meneghetti (administrador de empresas) e Volnei Garcia (consultor empresarial)

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O garoto propaganda do PSOL

Wagner Moura, o garoto propaganda do PSOL, que outrora admirei (nunca mais!), demonstra não apenas ser um sujeito cabeça fraca e mal intencionado com os brasileiros, mas sobretudo, nos tira para idiotas, otários. Carlos Marighella, o comunista psicopata e fanático que ele pretende transformar em herói em seu filme, achava o terrorismo nobre e honrado, defendia a sabotagem em trens de passageiros e pregava emboscadas para executar o "inimigo" sem chance de defesa.

Fundou a ALN (Ação Libertadora Nacional) para, por meio de assassinatos e muita violência, instalar no Brasil uma ditadura inspirada na URSS, China, etc. "Todos nós somos guerrilheiros, terroristas e assaltantes e não homens que dependem de votos de outros revolucionários ou de quem quer que seja para se desempenharem do dever de fazer a revolução.

O centralismo democrático não se aplica a Organizações revolucionárias como a nossa" dizia seu programa de ação. Com a justificativa de que lutava por liberdade durante a ditadura militar, a ALN assaltou bancos, explodiu bombas e executou diversas pessoas inocentes. Wagner Moura, que bom que agora sabemos quem você é e a serviço de quais ideais!

Rádio Livre - 16.09.16 - Ben-hur Marchiori, Leonardo Giardim de Souza e Lamana Paiva


Rádio Livre - 16.09.16 - Ben-hur Marchiori (delegado de Polícia), Leonardo Giardim de Souza (promotor de Justiça) e Lamana Paiva advogado e registrador público)

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sexta-feira, 16 de setembro de 2016

‘Vocês estão muito bem atendidos financeiramente’, disse Lula, segundo delator

Lula, o "maestro da orquestra criminosa", atendia bem financeiramente seu parceiros no assalto ao Brasil...
Os procuradores da República que integram a força-tarefa da Operação Lava Jato anexaram à denúncia contra o ex-presidente Lula por corrupção e lavagem de dinheiro depoimento do ex-deputado Pedro Corrêa (ex-PP/PE), que em delação premiada revelou bastidores da organização criminosa que tomou o controle da Petrobrás.

Corrêa atribuiu a Lula diálogos que colocam o petista no centro do esquema de loteamento dos cargos graduados da estatal petrolífera. O relato do ex-deputado é uma das peças que a Procuradoria usa na denúncia formal contra o ex-presidente, a quem acusa de ‘comandante máximo do esquema de corrupção’.

A Procuradoria também juntou à denúncia os depoimentos de outros delatores – o ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás, Paulo Roberto Costa, o ex-diretor de Internacional da estatal, Nestor Cerveró, e o ex-senador Delcídio Amaral (ex-PT/MS).

“O controle de todo esquema criminoso por Lula ficou muito claro quando, em 2006, antes das eleições, Pedro Corrêa e José Janene (então presidente do PP e idealizador do esquema de propinas na Petrobrás) foram apresentar para Lula reivindicações de novos cargos e valores que seriam usados em benefício de campanhas políticas”, afirma o Ministério Público Federal.

Na ocasião, Lula teria negado os pleitos, segundo a delação de Pedro Corrêa. “Vocês têm uma diretoria muito importante, estão muito bem atendidos financeiramente. Paulinho tem me dito”, teria Paulinho, segundo a denúncia, é Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás, que inaugurou a rede de propinas da estatal. Sua diretoria era controlada pelo PP de Janene.

Preso em março de 2014, Costa fechou acordo de delação premiada cinco meses depois.

Segundo Pedro Corrêa, naquela reunião em 2006 Lula disse ainda que ‘Paulinho tinha deixado o partido muito bem abastecido, com dinheiro para fazer a eleição de todos os deputados’.

“Dessa forma, Lula revelou de forma explícita para Pedro Corrêa que tinha o comando da dinâmica criminosa instalada na Petrobrás e dela beneficiava diretamente”, sustentam os treze procuradores da força-tarefa.

Em um trecho de seu depoimento, Pedro Corrêa destacou. “O Governo Lula aparelhou cargos nas esferas estaduais pertencentes à União (delegacias de ministérios, etc) para a ‘companheirada do PT’. Aí foi necessário a negociação com cargos mais altos em empresas públicas para as agremiações da base aliada.”

Segundo o ex-deputado ocorreu ‘uma reunião no gabinete de José Genuíno (ex-presidente do PT), com a presença de Pedro Corrêa, Pedro Henry, Silvio Pereira e José Janene (…); José Dirceu definia; na hipótese de dissenso, o que ocorria na maioria das indicações, as definições eram feitas por Lula’.

Ao abordar a participação de Lula no preenchimento dos cargos diretivos da Petrobrás, Pedro Corrêa informou. “Antes da reeleição de 2006, o colaborador Pedro Corrêa foi procurar Lula, juntamente com Janene. Ambos entraram pela garagem do Planalto, para pedir dinheiro para a campanha do PP. Lula se esquivou, dizendo que não tinha obrigação de ajudar, pois ‘Paulinho tinha deixado o partido muito bem abastecido, com dinheiro para fazer a eleição de todos os deputados’.

“Em reunião com a bancada do PP no Palácio do Planalto, o presidente Lula também disse que o PP estava bem atendido com os cargos que tinham.”

A defesa do ex-presidente Lula nega enfaticamente que ele tenha envolvimento com a organização criminosa que o Ministério Público Federal afirma ter assumido o controle das diretorias mais importantes da Petrobrás.

Nesta quinta-feira, 15, o ex-presidente desafiou seus algozes. Ele disse que a Lava Jato não encontrou nenhuma prova contra ele da prática de qualquer ilícito.

http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/voces-estao-muito-bem-atendidos-financeiramente-disse-lula-segundo-delator/

Lula aumentou seu patrimônio em 360% após segundo mandato

Aumentou patrimônio só 360%? Que meigo...
O patrimônio do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva aumentou 360%, em valores nominais, depois do fim de seu segundo mandato como presidente da República, em 2010, com a renda obtida com sua empresa de palestras, a L.I.L.S. As informações, segundo a edição desta sexta-feira do jornal Folha de S. Paulo, foram prestadas pelo petista nas declarações de Imposto de Renda que integram a denúncia apresentada contra ele na última quarta-feira, no âmbito da Operação Lava Jato.

De acordo com o documento, Lula tinha patrimônio de 1,9 milhão de reais até 31 de dezembro de 2010. Em 2015, o valor total de seus bens era de aproximadamente 8,8 milhões de reais – aumento de 6,9 milhões de reais. A evolução patrimonial teve lastro em renda obtida com a L.I.L.S., empresa de palestras de Lula, criada depois que ele encerrou seus dois mandatos na Presidência.

O ex-presidente disse aos investigadores que cobrava “exatamente 200.000 dólares, nem mais e nem menos” por todas as palestras. O preço era o mesmo do ex-presidente dos Estados Unidos Bill Clinton.

Entre 2011 e 2015, a L.I.L.S. distribuiu lucros e dividendos de 8,5 milhões de reais para Lula. Nesse mesmo período, o ex-presidente deu cerca de setenta palestras no Brasil e no exterior, conforme ele mesmo disse às autoridades da Polícia Federal. A maior transferência de valor para Lula ocorreu em 2014, no total de 5,6 milhões de reais. Naquele mesmo ano, em novembro, foi deflagrada a fase mais ostensiva da Operação Lava Jato.

De acordo com a PF, a empresa de palestras de Lula recebeu 21 milhões de reais entre 2011 e 2015. Desse total, 9,9 milhões de reais foram pagos por empreiteiras investigadas na Lava Jato.

À Folha, o advogado de Lula, o Cristiano Zanin Martins, afirmou que as atividades da L.I.L.S. são “absolutamente lícitas, lastreadas em palestras devidamente documentadas e de conhecimento geral”.

http://veja.abril.com.br/brasil/lula-aumentou-seu-patrimonio-em-360-apos-segundo-mandato/

A modernidade só acontece em países livres política e economicamente


O futuro já chegou! O Uber começou quarta-feira a operar automóveis totalmente autônomos, sem necessidade de motorista, nos EUA. Aquilo que muitos de nós imaginávamos quando meninos, está acontecendo. Você vai chamar o carro pelo aplicativo, entrar e será levado para onde quiser apenas pelas coordenadas do computador. Neste primeiro momento sempre haverá alguém capaz de controlar o veículo, como exige a legislação americana, já que a tecnologia é nova. O serviço experimental é em Pittsburgh, na Pensilvânia.

A modernidade só acontece em países livres política e economicamente, onde as pessoas têm liberdade para criar, empreender, prosperar e progredir.

Rádio Livre - 15.09.16 - Antonio Celso Leiria, Paulo Kruse, Jorge Ignácio Szewkies e Wagner Lenhart

Rádio Livre - 15.09.16 - Antonio Celso Leiria (advogado criminalista), Paulo Kruse (pres. do Sindilojas), Jorge Ignácio Szewkies (médico e professor) e Wagner Lenhart (advogado, diretor do Instituto Liberdade)

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Escola Sem Partido nas Eleições 2016


Tema importante! Pelo FIM DA DOUTRINAÇÃO em sala de aula.

Com Miguel Nagib (fundador do Escola Sem Partido), Marcel van Hattem (deputado estadual PP/RS) e Rogério Marinho (deputado federal PSDB/RN) - MEDIAÇÃO: Diego Casagrande (jornalista)

Rádio Livre - 13.09.16 - Moysés Perez, Paulo Fuchs e Wesley Cardia

Rádio Livre - 13.09.16 - Moysés Perez (coronel do Exército, professor universitário), Paulo Fuchs (economista, vice-pres. do IEE) e Wesley Cardia (advogado, mestre em comunicação social)

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terça-feira, 13 de setembro de 2016

Investigados, irmãos Batista se afastam da JBS, Eldorado e Alpargatas

JBS-Friboi, os amiguinhos de Lula, Dilma e do PT, que ganharam bilhões do dinheiro de nós todos, agora enrolados com a Justiça... #jbs #friboi #corrupção #justiça
A JBS anunciou nesta terça-feira que os empresários Wesley Mendonça Batista e Joesley Mendonça Batista estão temporariamente suspensos de suas funções, atendendo a decisão da 10ª Vara da Justiça Federal do Distrito Federal, no âmbito da operação Greenfield.

Wesley ocupava o cargo de diretor presidente e vice-presidente do conselho de administração da companhia e Joesley era presidente do conselho.

José Batista Júnior, que já ocupou o cargo de presidente da JBS, foi reconduzido ao cargo temporariamente, enquanto o fundador da empresa, José Batista Sobrinho, exercerá o cargo de presidente do conselho.

Em outro comunicado, a empresa Excelsior Alimentos, do grupo JBS, afirma que Wesley Batista deixou a presidência do conselho de administração e Gilberto Tomazoni assumiu a função temporariamente.

O afastamento dos irmãos de seus cargos em empresas dos grupos JBS e J&F foi determinado na semana passada, quando a Polícia Federal deflagrou a Operação Greenfield, que investiga irregularidades em grandes fundos de pensão do país. Petros e Funcef, duas das fundações investigadas, são donas de cerca de 17% da Eldorado.

No fato relevante divulgado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), os empresários vão recorrer da decisão que determinou seu afastamento das respectivas empresas.

http://www.valor.com.br/empresas/4708005/investigados-irmaos-batista-se-afastam-da-jbs-eldorado-e-alpargatas

 

Prêmio Press 2016 está aí e estou mais uma vez na disputa

Meus amigos, no ano passado tive a felicidade de ser escolhido no Prêmio Press como melhor apresentador de rádio do RS. Emoticon smile:-) Agora o Prêmio Press 2016 está aí e estou mais uma vez na disputa. Os que acharem que mereço, podem ir no link abaixo e COLOCAR SEU CPF, escrever meu nome [ Diego Casagrande ] e o nome do programa [ Rádio Livre ], e depois clicar em VOTAR, conforme indicação abaixo. Fico muito honrado com a participação de todos! Obrigado!

5- Colunista de jornal/revista [ Diego Casagrande ]
9 - Apresentador de Rádio [ Diego Casagrande ]
15- Melhor programa de rádio [ Rádio Livre ]
17 - Jornalista do Ano [ Diego Casagrande ]


http://revistapress.com.br/premiopress2016/votopopular.aspx#a 

O país ficou mais limpo

450 votos (de 513 cadeiras) cassaram Cunha. Não poderia ser diferente. O país ficou mais limpo sem Dilma e ficará mais limpo sem Cunha. E Lula tem que ser preso. Aos pouquinhos vamos limpando a podridão do Brasil.

Eu achei que já tinha visto de tudo

Filha do Garotinho - você não leu errado, do Garotinho - sobe na tribuna e chama Eduardo Cunha de "mafioso" e "psicopata". Pronto! Eu achei que já tinha visto de tudo...

Rádio Livre - 12.09.16 - Dado Schneider, Fernando Bertuol e Marcio Irion

Rádio Livre - 12.09.16 - Dado Schneider (doutor em comunicação), Fernando Bertuol (pres. da ACLAME/RS) e Marcio Irion (advogado)

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sexta-feira, 9 de setembro de 2016

‘Por que o MST nunca invadiu o sítio de Atibaia?’, provoca Roberto Jefferson

O advogado e presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, aproveitou a notícia da invasão de um sítio da família da senadora Ana Amélia (PP) para alfinetar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, suspeito de ser o dono de um sítio em Atibaia, em São Paulo. “O MST [Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra] invadiu uma fazenda da família da senadora Ana Amélia. Por que eles nunca invadiram o sítio de Atibaia?”

http://politica.estadao.com.br/blogs/coluna-do-estadao/por-que-o-mst-nunca-invadiu-o-sitio-de-atibaia-provoca-roberto-jefferson/

Estabilidade e salários até 200% mais altos

Os funcionários públicos brasileiros ganham mais que os trabalhadores da iniciativa privada em todos os níveis de escolaridade, mas a diferença é maior entre os que têm o ensino médio, destaca um estudo da FGV divulgado pelo Valor.

"Em Brasília, por conta dos funcionários do governo federal, que ganham mais, a diferença supera 200% entre os que completaram o ensino médio."

Nelson Marconi, autor do estudo, lembra que os servidores ainda contam com a estabilidade.

"Num momento em que o país busca equilibrar as contas públicas, um dos principais focos deve ser a despesa com pessoal."

(fonte: O Antagonista)

Rádio Livre - 08.09.16 - Edgar Serrano, Jacques Wainberg e José Ernesto Chaves

Rádio Livre - 08.09.16 - Edgar Serrano (diretor do Seprorgs), Jacques Wainberg (doutor em comunicação) e José Ernesto Chaves (desembargador)

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quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Teori nega liminar para anular votação do impeachment de Dilma no Senado

O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta quinta-feira (8) pedido da defesa da ex-presidente Dilma Rousseff para suspender a decisão do Senado que determinou a perda do mandato no processo de impeachment.

O pedido havia sido apresentado pelo advogado de Dilma no processo, o ex-ministro José Eduardo Cardozo, um dia após o Senado afastar a petista definitivamente.

O impeachment de Dilma foi aprovado pelo plenário do Senado por 61 votos a 20. Ela foi condenada sob a acusação de ter cometido crimes de responsabilidade fiscal – as chamadas "pedaladas fiscais" no Plano Safra e os decretos que geraram gastos sem autorização do Congresso Nacional.

Teori também negou decisão liminar (provisória) para suspender os efeitos da decisão do Senado, de modo que o presidente Michel Temer voltasse a ser interino até uma decisão final do plenário do STF sobre a ação.

http://g1.globo.com/politica/processo-de-impeachment-de-dilma/noticia/2016/09/teori-nega-liminar-para-anular-votacao-do-impeachment-no-senado.html

Hoje à noite tem debate na Band TV

Analisando a pesquisa Methodus/Band na rádio #bandnewsfm993 com Renato Martins e Guilherme Baumhardt. Pesquisa completa no Jornal Metro. E hoje à noite (22h30) tem debate na Band TV com transmissão pela 99,3 FM.

Eu que pensava que a esquerda era só amor

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Puxa... e eu que pensava que a esquerda era só amor, afeto e carinho com o pensamento divergente dentro das universidades... Que a esquerda era plural... Ingênuo e bobinho, né?!

Rádio Livre - 07.09.16 - Julio Lamb, Lucas Cassiano e Gustavo Candiota

Rádio Livre - 07.09.16 - Julio Lamb (engenheiro, diretor do IEE), Lucas Cassiano (advogado) e Gustavo Candiota (executivo do mercado financeiro)

https://soundcloud.com/diegoreporter/radio-livre-070916-julio-lamb-lucas-cassiano-e-gustavo-candiota?utm_source=soundcloud&utm_campaign=share&utm_medium=facebook

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

O "operário" farsante

Bem isso! A não ser que o "operário" seja um farsante oportunista e mentiroso.

Próximo destino de Dilma é Curitiba

Renato Duque contou aos procuradores, em seu acordo de delação, que negociou diretamente com Dilma Rousseff o apoio financeiro das empreiteiras do petrolão às campanhas de 2010 e 2014.

Dilma não só sabia, como autorizou pessoalmente os repasses. Ela também estava ciente de que o dinheiro tinha origem em contratos da Petrobras.

Nem precisa desfazer as malas, querida.

 (fonte: O Antagonista)

Tá tudo de cabeça para baixo

Por orientação da promotoria eleitoral, o policial civil Rafão Oliveira, candidato a vereador em Porto Alegre, que há mais de 20 anos combate o crime no RS, não pode mais aparecer com armas, seus instrumentos de trabalho em sua propaganda de campanha. Parece mentira, não? Mas não é. A "democracia" brasileira permite que candidatos apareçam com foices e martelos pregando o fim das liberdades, mas não permite que bravos policiais mostrem suas pistolas e fuzis. Tá tudo de cabeça para baixo. Minha total solidariedade ao Rafão Oliveira.

"É hora de os homens de bem terem a ousadia dos canalhas"

Minha irmã me ligou chorando que acabou de presenciar um assalto em uma parada de ônibus bem em frente ao Shopping Iguatemi (Porto Alegre, RS). Um vagabundo de moleton, escondendo o rosto com o capuz, destes que é protegido por jornalistas de esquerda, juízes garantistas, cientistas sociais que nunca produziram nada, políticos safados e outros tipos que ajudam a enterrar cada vez mais a dignidade deste estado e desta nação, agrediu com violência uma adolescente que aguardava o coletivo. As pessoas saíram correndo, enquanto este verme batia na jovem para levar a bolsa. Um horror, segundo o relato. Eu tenho dito e vou repetir Benjamin Disraeli: "É hora de os homens de bem terem a ousadia dos canalhas".

O PT no poder: certeza de muito roubo e pilantragem

A Set Brasil é uma estatal criada em 2010 no governo Lula para prestar serviços à Petrobras. Com apenas um mês - sim, um mês de existência - recebeu R$ 3,3 bilhões em "investimentos" de três fundos de pensão: Funcef, Petros e Previ. As diretorias dos fundos são controladas pelo governo. A Set Brasil chegou a acumular dívidas de R$ 26 bilhões e segundo a Lava Jato foi um projeto criado por Pedro Barusco, João Carlos Ferraz e João Vaccari (ex-tesoureiro do PT preso) para ampliar o esquema de corrupção.

O rombo nos fundos de pensão ultrapassa R$ 50 bilhões e vai sobrar para os aposentados e para todos nós. É isso aí. Entregar o poder ao PT é garantia de roubo e safadeza.